FIEC fortalece Educação Verde e conecta alunos a energias renováveis

Educação Verde forma alunos no Ceará com foco em energia limpa e será ampliada em 2026, ampliando o acesso ao ensino sustentável e prático.
Educação Verde em escola do Ceará com alunos plantando mudas e aprendendo sustentabilidade
Alunos participam de atividade prática do programa Educação Verde, com plantio de mudas e aprendizado sobre sustentabilidade no Ceará. (Foto: Leandro Regueira)

A formação de estudantes em sustentabilidade ganhou aplicação prática no Ceará na terça-feira (17/03). Nessa data, a Educação Verde entrou no cotidiano escolar de 34 alunos do 6º ano. Eles receberam certificação como “Agentes do Futuro Verde” após participarem de um programa sobre energias limpas.

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Nesse contexto, o curso reuniu 12 oficinas sobre mudanças climáticas e novas fontes energéticas. As atividades integraram teoria e prática dentro da escola. Ao final, os alunos plantaram 10 mudas nativas. Assim, conectaram aprendizado e ação concreta, aproximando o conteúdo da realidade.

Educação Verde conecta ensino básico à prática energética

A Escola SESI SENAI de Referência Beto Studart, em Fortaleza, sediou o projeto. A equipe iniciou a fase piloto no segundo semestre de 2025. Desde então, a proposta prioriza o contato precoce com energia eólica e solar. Além disso, incentiva hábitos sustentáveis no dia a dia.

Segundo Cinthya Oliveira, da Fortescue, o programa desenvolve pensamento crítico com atitudes simples. Os alunos aplicam esse aprendizado fora da escola. Dessa forma, a iniciativa amplia o alcance da educação ambiental e fortalece a participação em casa e na comunidade.

Expansão amplia acesso e inclui experiências reais

Com os resultados iniciais, a Educação Verde avança em 2026. O programa abrirá duas novas turmas e incluirá mais 60 alunos. Nessa etapa, os estudantes visitarão o Porto do Pecém e o Museu da Indústria. Assim, terão contato direto com projetos ligados à transição energética.

Além disso, os alunos usarão laboratórios do SENAI-CE. Lá, vivenciarão tecnologias de energia limpa na prática. Para Laura Gadelha, esse contato fortalece o aprendizado e desperta interesse por áreas técnicas.

“Este ano teremos a novidade da prática intensiva nos laboratórios do SENAI, onde eles vão poder vivenciar, de maneira real, essas energias limpas e suas tecnologias”, explica.

Aprendizado aplicado fortalece escola e comunidade

A direção da escola avalia que a Educação Verde aproxima desafios globais da rotina dos alunos. A diretora Ana Paula Furtado afirma que a vivência prática fortalece o aprendizado. Também amplia a aplicação do conteúdo fora da escola.

“O projeto foi muito bacana para a escola. É o nosso projeto piloto e foi muito gratificante, porque os alunos se envolveram tanto nas aulas teóricas como nas práticas. Essa vivência do que eles podem aprender na escola e levar para casa favorece muito a nossa sociedade e os nossos estudantes”, destaca a diretora da Escola SESI SENAI Beto Studart.

Ao mesmo tempo, os alunos relatam ganho de conhecimento e integração. A estudante Maria Clara Rodrigues destaca a troca entre colegas e as atividades práticas. Segundo ela, isso torna o aprendizado mais acessível.

Assim, o modelo une teoria, prática e interação social. Ele amplia as possibilidades de formação e pode inspirar outras iniciativas com foco em sustentabilidade.

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Educação Verde aponta caminhos para formação do futuro

Ao integrar educação, indústria e tecnologia, a Educação Verde cria uma base mais acessível. Os alunos desenvolvem competências ligadas à energia limpa e à sustentabilidade.

Com a expansão, mais estudantes terão acesso a esse modelo. Isso aproxima o ensino de oportunidades futuras e fortalece a preparação para o novo cenário energético.

Foto de Caroll Medeiros

Caroll Medeiros

Caroll Medeiros é jornalista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Integra a equipe do Boa Notícia Brasil, contribuindo com reportagens pautadas por checagem rigorosa, ética profissional e compromisso com temas de interesse público.

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