“Michael” bate recorde de US$ 1 bilhão em bilheteria e leva legado do Rei do Pop às novas gerações

A cinebiografia Michael tornou-se a primeira do gênero a ultrapassar US$ 1 bilhão em bilheteria mundial e reforçou o interesse pela trajetória do maior astro da música pop.
O filme Michael ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria e voltou a impulsionar o interesse pela trajetória do Rei do Pop.
A história retratada no filme Michael ajudou a estabelecer a primeira cinebiografia a superar US$ 1 bilhão em bilheteria mundial. (Foto: divulgação)

O filme Michael voltou a colocar a trajetória do Rei do Pop entre os maiores sucessos do cinema mundial. A produção ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria e se tornou a primeira cinebiografia da história a alcançar esse resultado, estabelecendo um marco inédito para filmes baseados na vida de artistas.

Além do desempenho comercial, o resultado coloca a produção em um novo patamar dentro de Hollywood. O longa rompeu uma marca que nenhuma cinebiografia havia alcançado e reforçou a presença de Michael Jackson entre os artistas que continuam despertando interesse do público décadas após o auge da carreira.

Outro feito importante veio com a liderança entre as cinebiografias musicais. O filme ultrapassou Bohemian Rhapsody, que retrata Freddie Mercury e a formação da banda Queen, e passou a ocupar sozinho o primeiro lugar no ranking do gênero.

Recorde muda o patamar das cinebiografias musicais

Segundo a revista Variety, a produção arrecadou US$ 629,8 milhões no mercado internacional e US$ 371,8 milhões nos Estados Unidos, superando a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial.

O longa já vinha acumulando resultados expressivos antes de atingir esse patamar. Também se tornou a maior bilheteria da história da Lionsgate, ampliando a lista de recordes conquistados desde a estreia.

No Brasil, a produção registrou o maior lançamento da história da Universal Pictures no país, resultado que acompanhou o forte desempenho internacional do filme.

Filme Michael impulsiona buscas pelo Rei do Pop na internet

O sucesso do filme Michael também se refletiu no interesse do público pela trajetória do cantor fora das salas de cinema. Dados do Google Trends mostram que o nome de Michael Jackson alcançou, em abril de 2026, o maior volume de buscas dos últimos dez anos. O crescimento começou nas semanas que antecederam a estreia da cinebiografia e atingiu o pico após o lançamento.

As pesquisas mais frequentes envolveram o próprio filme, a carreira do artista, a data de sua morte e informações sobre sua vida. O aumento nas consultas indica que a produção levou parte do público a revisitar a história e a obra do Rei do Pop, impulsionando novas buscas sobre sua trajetória.

O interesse também apareceu nas redes sociais e nas plataformas de música. Segundo dados divulgados pelo TikTok, conteúdos relacionados a Michael Jackson cresceram de forma expressiva após a estreia do longa. Publicações com as hashtags #Thriller e #BillieJean registraram altas de 130% e 230%, respectivamente, enquanto a hashtag #michaeljackson ultrapassou 3,8 milhões de publicações.

Filme “Michael” reúne elenco para retratar a trajetória do cantor

Dirigido por Antoine Fuqua e escrito por John Logan, o longa acompanha a infância de Michael Jackson, a passagem pelos Jackson 5 e os primeiros anos da carreira solo.

O protagonista é interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do artista. O elenco também reúne Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller, Laura Harrier, Kat Graham e Derek Luke.

Os produtores desenvolveram a obra para contar a história do cantor em duas partes, caso o primeiro filme alcançasse o desempenho esperado nas bilheterias. O resultado obtido até agora transformou Michael na maior cinebiografia já lançada e estabeleceu um novo parâmetro para produções dedicadas à vida de grandes artistas.

Assista ao trailer da cinebiografia “Michael”

Foto de Monique de Carvalho

Monique de Carvalho

Jornalista formada em Comunicação Social pela Fanor, com mais de 15 anos de experiência em marketing de conteúdo, produção digital, storytelling e comunicação de impacto. Já contribuiu para os portais Razões para Acreditar e Só Notícia Boa.

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