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Entre a serra e o mar, o Jalapão Gaúcho vem se consolidando como símbolo de um turismo mais calmo e consciente no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Segundo reportagem do jornal Correio do Povo, Morrinhos do Sul abriga paisagens preservadas, águas cristalinas e um ritmo que convida à contemplação, especialmente no espaço conhecido como Pitayas Eco, que ganhou notoriedade entre viajantes em busca de tranquilidade.
O Jalapão Gaúcho está diretamente ligado à história da família de Eliana da Rosa Carlos, a “dona Pitaya”, que conduz o empreendimento ao lado do marido Agostinho Menge Carlos e dos filhos. Inicialmente voltada à agricultura, a área passou a ser vista, com o tempo, como um espaço de preservação e acolhimento. “Aquilo que antes parecia só mato, hoje a gente vê como natureza, como um paraíso”, afirma Eliana, destacando a mudança de olhar que deu origem ao projeto.
Jalapão Gaúcho e o turismo fora do roteiro tradicional
No contexto atual, o Jalapão Gaúcho acompanha uma tendência crescente no Estado: a busca por destinos menos explorados. Por isso, a comparação com o Jalapão do Tocantins surgiu de forma espontânea entre visitantes, sendo adotada de maneira bem-humorada.
“Foi uma brincadeira que começou, mas que acabou ficando”, comenta Eliana, ressaltando as particularidades locais, como a produção agrícola orgânica e o contato direto com a natureza.
Estrutura simples e experiências autênticas
Além das paisagens, o Jalapão Gaúcho oferece estrutura para camping, chalés, quiosques com churrasqueiras, áreas infantis e acesso facilitado ao rio. Assim, famílias, casais e grupos encontram opções para desacelerar.
O eletricista Euclides de Menezes, visitante de Porto Alegre, resume a experiência:
“É muito tranquilo, a água é bem limpinha. A gente se surpreendeu positivamente”.
Além disso, o Jalapão Gaúcho fortalece parcerias com outros atrativos da região, ampliando o turismo local de forma integrada e responsável. Dessa maneira, o crescimento ocorre sem perder a essência de cuidado e simplicidade que define o lugar.
Por fim, o destino se firma como exemplo de como a valorização da natureza pode gerar bem-estar e desenvolvimento.
