Categoria Sustentabilidade

Queda do desmatamento reforça esperança ambiental na Amazônia e no Cerrado

Entre agosto de 2024 e julho de 2025, a queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado alcançou 11%, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A Amazônia registrou 5.796 km² de floresta derrubada, a terceira menor taxa desde 1988, enquanto o Cerrado teve 7.235 km², confirmando o segundo ano consecutivo de redução. O resultado reflete políticas ambientais mais firmes, avanços no monitoramento por satélite e o compromisso do Brasil com o desmatamento zero até 2030.

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A recente queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado marcou um momento de alívio e esperança para o Brasil. Entre agosto de 2024 e julho de 2025, os dois biomas registraram redução de 11%, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A Amazônia teve 5.796 km² desmatados, a terceira menor taxa desde 1988. O Cerrado, por sua vez, somou 7.235 km², consolidando o segundo ano consecutivo de recuo. O recuo do desmatamento, assim, revela que políticas públicas e tecnologia estão transformando o cenário ambiental brasileiro.

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Monitoramento e compromisso pela floresta viva

A queda do desmatamento é fruto de um trabalho conjunto entre ciência e gestão ambiental. O Projeto Prodes, do Inpe, vem aprimorando o uso de satélites para medir com precisão as áreas degradadas.

A ministra Marina Silva destacou que a redução pelo terceiro ano seguido na Amazônia confirma o compromisso do governo com o desmatamento zero até 2030. Para ela, enfrentar o desmatamento significa garantir vida, clima equilibrado e desenvolvimento sustentável. Do mesmo modo, a ministra Luciana Santos, da Ciência e Tecnologia, reforçou que o monitoramento é essencial para orientar ações eficazes de preservação.

Redução do desmatamento fortalece comunidades e o futuro

Os dados do recuo do desmatamento revelam quedas expressivas em Tocantins, Amapá e Roraima, com reduções acima de 35%. Nessas regiões, comunidades locais voltam a investir em práticas sustentáveis, como o extrativismo e o turismo de base comunitária.

A redução do desmatamento favorece a economia verde, melhora o abastecimento de água e ajuda a conter extremos climáticos. Cada hectare poupado, então, representa uma vitória para quem vive e protege os biomas.

Com o recuo do desmatamento, o futuro cresce em verde

A continuidade dessa trajetória coloca o Brasil como referência internacional em preservação. O equilíbrio entre tecnologia, ciência e políticas ambientais mostra que é possível prosperar sem destruir. Assim, a queda do desmatamento reafirma que o país caminha para um modelo de desenvolvimento que valoriza a floresta em pé. Além disso, inspira outras nações a seguir o mesmo rumo.