Um alerta simples, quase provocativo, foi suficiente para transformar um gesto cotidiano em tranquilidade. O app chinês para quem mora sozinho ganhou força ao propor algo direto: confirmar que está tudo bem. Além disso, a proposta tocou uma geração que vive só e busca autonomia com segurança, sobretudo em grandes centros urbanos.
O app chinês opera com um sistema de check-in periódico. Primeiramente, o usuário define a frequência — a cada dois dias ou em dias consecutivos — e, então, toca em um botão para sinalizar que está bem. Caso o registro não aconteça, o aplicativo envia automaticamente um alerta para um contato de emergência cadastrado. Assim, a solução se mantém leve, objetiva e funcional.
Além disso, a equipe de desenvolvimento, formada por três jovens nascidos após 1995, define a ferramenta como uma “segurança discreta”. Portanto, estudantes, trabalhadores de escritório e pessoas que optam por viver sozinhas encontram um recurso prático para o dia a dia.
Por que o app chinês para quem mora sozinho viralizou
O sucesso do app chinês para quem mora sozinho reflete mudanças demográficas profundas. Conforme o jornal estatal Global Times, a China soma cerca de 200 milhões de lares com apenas um morador, o que representa uma taxa de vida solo superior a 30%. Logo, cresce a demanda por soluções que ofereçam respaldo sem invadir a rotina.
Além disso, a viralização foi impulsionada após citação em reportagem da BBC, o que ampliou a visibilidade internacional. Assim, o aplicativo alcançou o topo entre os pagos na China e ganhou destaque nos Estados Unidos, Singapura, Hong Kong, Austrália e Espanha.
Expansão, assinatura e novo nome
Com o crescimento acelerado, o app chinês para quem mora sozinho adotou um modelo de assinatura para cobrir custos operacionais. Na China, o valor é de 8 yuans (aproximadamente US$ 1,15 ou R$ 6,00). Em Hong Kong, a taxa é de 8 dólares de Hong Kong (cerca de R$ 5,50). Portanto, os preços permanecem acessíveis.
Além disso, a empresa anunciou a mudança de nome de Sileme (“Você está morto?”) para Demumu. Embora a decisão tenha dividido opiniões, a missão permanece a mesma: preservar a segurança de quem vive só. Por fim, segundo a empresa, o app chinês para quem mora sozinho seguirá expandindo com foco em simplicidade e confiança.
