A copa feminina no Brasil já influencia diretamente a forma como a Seleção Brasileira Feminina se organiza dentro de campo neste ciclo até 2027. Segundo o técnico Arthur Elias, a equipe atravessa uma fase de maior integração coletiva. De acordo com ele, a Seleção deixou de concentrar expectativas em nomes isolados e passou a operar de forma mais conectada, um ajuste relevante para a disputa do Mundial em casa.
Além disso, disputar a copa feminina no Brasil tende a oferecer condições particulares para o desempenho esportivo. Para Elias, o apoio do público pode funcionar como um estímulo adicional, desde que acompanhado de controle emocional. Por esse motivo, o planejamento do ciclo para o torneio feminino no país prioriza regularidade ao longo do período até 2027, evitando oscilações que comprometam o rendimento no Mundial.
Torneio feminino no país e a preparação até 2027
A edição de 2027 marcará a primeira copa do mundo feminina no país e também a primeira realizada na América do Sul. O calendário prevê jogos entre 24 de junho e 25 de julho, com 32 seleções e oito cidades-sede confirmadas. Esse cenário amplia a visibilidade do futebol feminino e exige uma preparação alinhada às características da copa feminina no Brasil.
Nesse sentido, o treinador reforça que a evolução para a copa feminina no Brasil não ocorre por ações isoladas. Segundo ele, investir na formação de atletas desde a base, garantir acesso e oferecer condições adequadas de treinamento são etapas indispensáveis. Países que ampliaram seu número de jogadoras seguiram esse caminho de forma contínua ao longo dos anos.
Copa feminina no Brasil como impulso para o futuro
O lançamento oficial da jornada rumo à copa feminina no Brasil, realizado no Rio de Janeiro, reforçou essa perspectiva. A programação incluiu atividades culturais, a apresentação da identidade visual do torneio e um Jogo das Lendas, que reuniu ex-atletas e aproximou o público da história do futebol feminino no país.
Assim, a copa feminina no Brasil se consolida como uma oportunidade de fortalecer estruturas, valorizar trajetórias e preparar o terreno para um desempenho competitivo em 2027. Assim, com planejamento contínuo e integração dentro e fora de campo, o futebol feminino brasileiro amplia suas possibilidades para o Mundial disputado em casa.
