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A prioridade financeira dos brasileiros ganhou contornos mais nítidos às vésperas de 2026. Um levantamento nacional realizado pela Tecban, a partir de entrevistas feitas diretamente nos caixas eletrônicos do Banco24Horas, indica que os objetivos estão menos ligados a consumo imediato e mais associados à estabilidade e à autonomia financeira. A pesquisa foi realizada entre 26 e 31 de janeiro e reuniu 4.714 participantes em diferentes regiões do país.
Prioridade financeira dos brasileiros e o sonho da estabilidade
Entre os desejos apontados, a casa própria lidera com 25,6%, mantendo seu papel simbólico como referência de segurança patrimonial. Logo atrás aparece a intenção de abrir o próprio negócio, citada por 23,2%, reforçando a leitura de que parte relevante da população enxerga no empreendedorismo uma alternativa de renda e independência. Viajar e quitar dívidas aparecem empatados, ambos com 13,5%, enquanto poupar dinheiro soma 13,9%, sinalizando maior atenção ao controle do orçamento.
Como viabilizar as prioridade dos brasileiros
Quando a prioridade financeira dos brasileiros sai do campo do desejo e entra na execução, o crédito aparece como o principal viabilizador. A leitura indica foco pragmático, com combinação entre acesso a recursos e organização do orçamento.
O que os brasileiros apontam como essencial:
- Crédito acessível: 33,7%
- Renda extra: 24,8%
- Planejamento financeiro: 15,0%
- Economizar: 9,0%
- Apoio familiar: 7,8%
- Educação financeira: 5,7%
- Investir: 3,8%
Limites identificados na prioridade financeira dos brasileiros:
- Investir em estudos: 1,6%
- Uso de investimentos financeiros como meio: 3,8%
O recorte mostra que a prioridade financeira dos brasileiros está ancorada em soluções imediatas e acessíveis, abrindo espaço para iniciativas que simplifiquem informação, crédito e planejamento no dia a dia.
Horizontes positivos
A leitura do levantamento da Tecban indica que a prioridade financeira dos brasileiros está ancorada em escolhas pragmáticas. Há desejo de avançar, mas dentro de condições percebidas como possíveis. Para o sistema financeiro, o recado é direto: produtos e políticas que respeitem renda, previsibilidade e organização tendem a dialogar melhor com os planos reais das famílias. Assim, compreender essas prioridade financeira dos brasileiros deixa de ser apenas diagnóstico e passa a orientar decisões com impacto social e econômico mais duradouro.
