Aos 7 anos, Wilder Lippe-McGraw alcançou um marco pouco comum: o menino visitou os sete continentes do planeta antes mesmo de completar oito anos. A jornada terminou na Antártica, último ponto que faltava no mapa pessoal do garoto, que já acumulava carimbos no passaporte desde as primeiras semanas de vida. O caso do menino que visitou os sete continentes chama atenção pelo caráter espontâneo da experiência.
De acordo com a mãe, Jordi Lippe-McGraw, o objetivo da família nunca foi estabelecer recordes ou cumprir metas globais. As viagens aconteceram de forma natural, impulsionadas pelo gosto de explorar novos lugares. Para ela, o fato de o menino visitar os sete continentes foi consequência de um estilo de vida, não de um planejamento rígido.
Menino visitou os sete continentes desde os primeiros meses de vida
O primeiro destino internacional veio cedo. Wilder tinha apenas oito semanas quando viajou para Portugal, em agosto de 2018. Antes de completar dois anos, o menino que visitou os sete continentes já havia passado por ilhas do Caribe, além de Canadá e México, ampliando rapidamente sua vivência internacional.
A pandemia interrompeu temporariamente os deslocamentos, mas, assim que as restrições começaram a ser flexibilizadas, a família retomou o ritmo de viagens. Mesmo com a pausa, a trajetória do menino que visitou todos os continentes seguiu avançando.
Foi apenas quando Wilder tinha cerca de 5 anos que os pais perceberam que cinco continentes já faziam parte da trajetória do filho. A constatação surgiu durante uma contagem informal antes de uma viagem à América do Sul, quando ficou claro que o objetivo de ver o menino visitar os sete continentes estava mais próximo do que imaginavam.
Da África à Oceania, o mapa do menino foi se completando
A partir dos 3 anos, Wilder passou a conhecer destinos ainda mais diversos. A família esteve em Nevis e em outros países do Caribe, além da Costa Rica e de Dubai. Na África, o menino que visitou os sete continentes participou de um safári na Zâmbia, experiência considerada marcante pelos pais.
Na Europa, o roteiro incluiu França, Suíça, Escócia, Irlanda e Itália. Wilder também conheceu as Ilhas Galápagos, tudo antes de completar 5 anos. Com o tempo, os destinos passaram a considerar um interesse específico do garoto: o futebol. Assim, cidades com estádios e tradição esportiva ganharam prioridade na trajetória do menino que viajou por todos os continentes.
No ano passado, viagens a Amsterdã, Singapura, Austrália e Nova Zelândia fecharam o sexto continente, deixando apenas um ponto em aberto para que o menino visitasse os sete continentes.
Antártica marcou o fechamento da lista
Em novembro, a viagem à Antártica marcou o encerramento do ciclo e confirmou que o menino visitou os sete continentes ainda na infância. O destino teve um significado especial para a família, já que Jordi Lippe-McGraw havia conhecido o continente gelado quando estava grávida de Wilder.
Para a mãe, o valor da experiência vai além do número de países ou continentes visitados. Segundo ela, a principal herança deixada pelas viagens é a sensação do filho de que o mundo está ao seu alcance. Assim, após o menino visitar os sete continentes, a família decidiu deixar de lado listas e metas fechadas.
Agora, a ideia é equilibrar os desejos individuais. Enquanto Jordi sonha com uma trilha para observar gorilas na África, Wilder pensa em um acampamento de treinamento de futebol na Europa. A história do menino que visitou os sete continentes ilustra uma tendência crescente de famílias que veem o turismo não apenas como lazer, mas como parte da formação cultural e emocional das crianças.
