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Marcas mais valiosas do mundo revelam quem lidera a economia digital; veja ranking

As marcas mais valiosas do mundo mostram como tecnologia, dados e alcance global moldam empresas líderes. Ranking recente destaca big techs e revela a posição do Brasil nesse cenário competitivo.

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O valor de uma marca deixou de refletir apenas tradição ou tempo de mercado. Hoje, ele passa a indicar capacidade de adaptação, presença digital e conexão diária com bilhões de pessoas. Nesse contexto, o ranking das marcas mais valiosas do mundo oferece uma leitura clara sobre como a economia global vem se organizando em torno da tecnologia.

Marcas mais valiosas do mundo e a força da tecnologia

O levantamento mais recente da consultoria Brand Finance mostra que as marcas mais valiosas do mundo estão concentradas, em grande parte, no setor de tecnologia. Atualmente, a Apple lidera o ranking, seguida por Microsoft, Google e Amazon. Em conjunto, essas empresas mais valiosas do planeta concentram um valor de marca que ultrapassa centenas de bilhões de dólares. Segundo a Brand Finance, esse desempenho está ligado à combinação entre ecossistemas digitais, serviços recorrentes e investimento contínuo em inteligência artificial.

Apoio

Além disso, o setor de chips ganhou destaque entre as marcas líderes globais com a Nvidia. Em apenas um ano, a empresa mais que dobrou seu valor de marca, impulsionada pela demanda por processamento avançado. De acordo com analistas do setor, essa expansão acompanha a adoção acelerada de soluções baseadas em IA, o que fortalece sua posição entre as marcas mais valiosas do mundo.

Empresas e a disputa global

Entre as 20 primeiras colocadas no ranking das empresas mais valiosas do planeta, a maioria tem sede nos Estados Unidos, enquanto, logo em seguida, a China aparece como a segunda maior representante. Nesse grupo, marcas como TikTok, bancos estatais chineses e grandes varejistas reforçam que escala, dados e alcance internacional pesam cada vez mais na avaliação das marcas mais valiosas do mundo. Segundo a consultoria, não se trata apenas de faturamento, mas da percepção construída junto a consumidores, investidores e parceiros.

Além disso, esse cenário evidencia a diversidade setorial presente entre as marcas líderes globais. Para além da tecnologia, aparecem empresas de energia, telecomunicações, varejo e indústria automotiva. Dessa forma, o ranking das marcas mais valiosas do mundo indica que inovação deixou de ser exclusividade de um único segmento.

Presença brasileira

No recorte nacional, o Brasil aparece no ranking das marcas mais valiosas do mundo com o Itaú, que avançou posições e figura como a única empresa do país entre as 500 mais valiosas. Segundo especialistas em branding financeiro, essa presença entre as empresas mais valiosas do planeta reflete consistência institucional, expansão digital e confiança do mercado. Ao mesmo tempo, a saída de outras marcas brasileiras indica o alto nível de competição global.

Por fim, o estudo aponta que valor de marca tende a acompanhar capacidade de inovação e leitura de mercado. Assim, as marcas mais valiosas do mundo ajudam a entender não apenas quem lidera hoje, mas também quais modelos de negócio ganham espaço no futuro próximo.

Veja o top 20 das marcas mais valiosas do mundo, segundo a Brand Finance

  • Apple (EUA): US$ 607,6 bilhões
  • Microsoft (EUA): US$ 565,3 bilhões
  • Google (EUA): US$ 433,1 bilhões
  • Amazon (EUA): US$ 369,9 bilhões
  • Nvidia (EUA): US$ 184,3 bilhões
  • TikTok (China): US$ 153,5 bilhões
  • Walmart (EUA): US$ 141,0 bilhões
  • Samsung Group (Coreia do Sul): US$ 119,2 bilhões
  • Facebook (EUA): US$ 107,1 bilhões
  • State Grid Corporation of China (China): US$ 102,4 bilhões
  • Deutsche Telekom (Alemanha): US$ 96,2 bilhões
  • ICBC (China): US$ 90,9 bilhões
  • Instagram (EUA): US$ 80,8 bilhões
  • China Construction Bank (China): US$ 77,2 bilhões
  • Home Depot (EUA): US$ 73,4 bilhões
  • Verizon (EUA): US$ 73,0 bilhões
  • Bank of China (China): US$ 70,8 bilhões
  • Oracle (EUA): US$ 68,0 bilhões
  • Agricultural Bank of China (China): US$ 62,8 bilhões
  • Toyota (Japão): US$ 62,3 bilhões