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A rotina de quem convive com o diabetes envolve decisões diárias que vão além da medicação. Nesse cenário, a atividade física para diabéticos passou a ocupar um papel relevante no cuidado contínuo, sobretudo por atuar diretamente no uso da glicose pelo organismo. Entre as opções mais acessíveis dentro da atividade física para diabéticos, a caminhada aparece como prática capaz de se integrar à vida cotidiana sem exigir estrutura complexa.
Atividade física para diabéticos e o uso da glicose
Ao caminhar, os músculos entram em ação e passam a utilizar a glicose disponível no sangue como fonte de energia. Segundo o endocrinologista Eduardo Vilela, do Centro Clínico Diem, esse processo ajuda a reduzir a resistência à insulina, um dos principais desafios do diabetes. “O corpo passa a responder melhor à insulina que já produz ou à que é aplicada”, explica o médico. Assim, a atividade física para diabéticos atua como suporte fisiológico ao tratamento clínico, ampliando o aproveitamento da glicose pelas células.
Exercício regular no controle do diabetes
Além disso, a prática frequente de exercício físico contribui para repor o glicogênio muscular, processo que também consome glicose circulante. De acordo com Vilela, essa dinâmica favorece o controle glicêmico ao longo do dia. Em quadros de pré-diabetes ou diagnósticos recentes, mudanças no estilo de vida associadas à atividade física para diabéticos podem levar à regressão do problema, desde que haja acompanhamento médico. Para quem já convive com a doença há mais tempo, o exercício funciona como complemento às terapias prescritas.
Atividade física para diabéticos na rotina diária
As recomendações clínicas indicam que a regularidade é mais relevante do que esforços intensos quando se fala em atividade física para diabéticos. O especialista orienta sessões de 20 a 30 minutos, com meta semanal de ao menos 150 minutos de atividade moderada. Caminhar após refeições, como almoço ou jantar, também ajuda a conter elevações acentuadas da glicose. Ainda assim, Vilela alerta que a prática não substitui medicamentos e deve respeitar limites individuais para evitar episódios de hipoglicemia.
Ao integrar a atividade física para diabéticos à rotina, o paciente amplia sua participação ativa no cuidado com a saúde. Com orientação profissional, esse hábito simples se transforma em apoio contínuo ao tratamento e contribui para uma gestão mais equilibrada da glicemia no dia a dia.oio constante ao tratamento, favorecendo autonomia e qualidade de vida ao longo do tempo.
