Categoria Inovação

Avanço: terapia com células-tronco traz movimentos de volta para pessoas com paralisia

m estudo da Universidade Keio, no Japão, testou uma terapia com células-tronco emem quatro homens com lesões permanentes na medula espinhal. Dois pacientes tiveram melhora: um conseguiu ficar em pé e dar os primeiros passos, e outro recuperou movimentos dos braços e pernas. As células implantadas foram desenvolvidas a partir de células adultas reprogramadas para atuar como neurônios e células gliais.

Um homem com paralisia conseguiu ficar em pé sozinho após passar por uma terapia com células-tronco . O paciente é um dos participantes de um estudo realizado pela Universidade Keio, em Tóquio, no Japão. A pesquisa tem como objetivo recuperar movimentos perdidos em pessoas com lesões graves na medula espinhal.

Desde 2019, os pesquisadores vêm desenvolvendo uma técnica que usa células-tronco reprogramadas. Elas são criadas a partir de células adultas, revertidas a um estado embrionário. Em seguida, são causadas a se transformarem em tipos específicos de celulares, como neurônios e células gliais.

Estudo testa terapia com células-tronco em pacientes com lesões

Entre 2021 e 2023, quatro homens adultos com lesões permanentes receberam o implante. As cirurgias envolveram a aplicação de dois milhões de células precursoras neurais diretamente no local da lesão. A ideia era que essas células regenerassem parte do tecido nervoso danificado.

Dois pacientes demonstraram melhora. Um deles já consegue ficar em pé e está iniciando o treino dos primeiros passos. Outro recuperou movimentos nos braços e pernas, o que antes era impossível. Os outros dois ainda não tiveram mudanças significativas.

Resultados iniciais apontam segurança e potencial da técnica

evoluçãoMesmo que nem todos tenham apresentado evolução, a terapia com células-tronco se mostrou segura. Durante o acompanhamento de um ano, nenhum paciente teve efeitos colaterais ou reações adversas. Isso é um ponto positivo e reforça o potencial da técnica para o futuro.

O estudo traz esperança para pessoas com paralisia e levanta novas possibilidades na medicina regenerativa. Você já imaginou o impacto que esse tipo de tratamento pode causar na vida de milhares de pessoas?